quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Para que encontremos nossos limites, não limitações...



Que o amor faça o trabalho que a razão não permitiu... Que o tempo o ajude... Que o possível floreça do desperdício de esperar o perfeito...Que a criatividade espante o medo e nos liberte da normalidade...Que os vínculos aniquilem a impotência e queimem as culpas e os papéis impostos, para que as pessoas possam existir como são: essenciais, únicas e amorosas!

E enquanto fugimos com o circo...Que alegria, festa e luz inundem tudo...E que, puxa vida!, curem nossos silêncios e desconstruam toda essa resignação!






1 comentários:

Xan disse...

Fugi com o circo é massa

Tu tá poeta demais

Abs