
Ainda julga o presente pelo que você mesmo atraiu no passado?
Ao comparamos o novo ao experienciado, excluímos a própria experiência...Elevamos o risco de injustiça e, pior...Deixamos passarem oportunidades fa -bu-lo-sas!
Muitas vezes, acabamos despejando a felicidade presente e futura pela janela, em nome dos que nos fizeram infelizes no passado...E, continuam nos machucando cada vez que nos privam do novo.
Os juízes mais cruéis são os que nos habitam...São feitos da mesma moral que rege todas as leis...E moral, nada tem a ver com amor.
Há uma relação muito íntima entre entrega e confiança; mentira e desconfiança...
Este é o ponto onde decidimos se somos movidos pela fé ou pelo medo...
Ao contrário do que parece, a incapacidade de confiar não é esperteza nem trata do saber viver...Pouca coisa é mais tóxica que desconfiança...Onde falta confiança, falta paz.
Desconfiar, mais provoca dores que as evita.
Será a desconfiança uma covardia, um abraço entre conforto e medo?
Quem sabe viver confia. Nenhum amor é possível sem confiança.
Antes a solitude que viver no papel prévio de culpado.
Quem confia, confia sempre...Mesmo quando tratado por tolo.
Tolos são o contrapeso do mundo de espertos que ai está...
Leia os sinais do presente...
Se quiser aceitar os presentes da vida!
1 comentários:
Oi Geraldo!
Muito bom te ler! Ontem e hoje também te ouvi, graças ao Santo Google...rs Estou gostando muito.
Tudo de bom prá você.
Beijos,
Mi
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